quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS (FA)

     

Em face das últimas notícias veiculadas pela mídia sobre o Projeto de Reforma da Previdência, as quais afetam diretamente o Sistema de Proteção Social dos Militares, vale esclarecer que o Governo Federal comprometeu-se com as Forças Armadas, afiançando reconhecer as peculiaridades da carreira militar e tratando-as de maneira diferenciada. Essa diferenciação foi reiterada diversas vezes em reuniões com os Comandantes de Forças e tem sido vastamente utilizada pelas autoridades para viabilizar as atividades que têm garantido a estabilidade do país, propósito maior da Nação brasileira. 


      Nesse contexto, o Ministro da Defesa e os Comandantes de Forças vêm dialogando com o Governo para esclarecer as peculiaridades da atividade militar. Por este motivo, grupos de trabalho, integrados por militares das três Forças, têm realizado estudos técnicos sobre o assunto, inclusive com interlocução junto a vários órgãos públicos. Esses estudos abrangem também a reestruturação da carreira e a remuneração do pessoal, haja vista os inúmeros reflexos na vida dos militares e de seus dependentes. 

      Destaca-se que o militar recebe salário médio muito menor que outras profissões de Estado, dedica-se exclusivamente à carreira e não possui os direitos assegurados a qualquer trabalhador, como, por exemplo, direito de greve, remuneração por horas extras, FGTS etc. Dessa forma, soluções simplistas, genéricas ou que contenham apenas o viés contabilista não podem ser aplicadas à atividade militar, causando irreversíveis danos aos alicerces que fundamentam o comportamento e o estado de permanente prontidão das Forças Armadas. 

      Em direção convergente, recentemente, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo sobre o assunto e concluiu que: “A inclusão das FA na PEC da reforma da previdência seria um grave erro, pois abalaria um pilar fundamental para o equilíbrio de médio e longo prazos do Estado Brasileiro.” No corrente ano, o Comandante do Exército definiu como objetivo principal da Força a gestão do Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas, alocando todos os recursos para a solução deste assunto, tão caro aos militares. 


Gen Div OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS 
Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército

Fonte > Site Exercito oficial

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

10 COISAS QUE EXISTEM E VOCÊ NÃO SABIA O MOTIVO

10 FUNÇÕES SECRETAS ESCONDIDAS NO CELULAR

O leitor do blog já sabia: governo acena com melhorias nos vencimentos para mexer na previdência dos militares

Publicação original: 21/2 (07:45) - Edição: 11h



Matéria da jornalista Geralda Doca, em O Globo, traz à tona um assunto que é do conhecimento dos leitores do Blog Montedo desde o ano passado. Em 1º de dezembro último, vocês leram sobre isso no no blog: Proposta das Forças Armadas aumenta percentual de auxílio moradia e adicionais pagos aos militares

Resultado de imagem para forças armadasToma lá...
O governo - diz a matéria - avalia melhorar os salários das Forças Armadas em troca de mudanças no regime de aposentadoria dos militares. Em estudo estão a concessão de auxílio-moradia para quem está na ativa e não mora em PNR e o reajuste dos adicionais incidentes sobre os soldos. As medidas são parte de um plano de reestruturação salarial e seriam implementadas gradualmente.

Dá cá...
- Militares e pensionistas passariam a contribuir com 11%, igualando a alíquota dos servidores civis.
- Cabos, soldados e alunos de escolas de formação passariam a contribuir para a Pensão Militar.
- O tempo na ativa subiria dos atuais 30 anos para 35 anos, com regras de transição para não prejudicar quem está mais perto da reserva.

Volta do adicional de tempo de serviço?
Se confirmada, a grande novidade em relação a nossa postagem de dezembro está na possibilidade do retorno do Adicional de Tempo de Serviço, nos moldes vigentes até dezembro de 2000, quando foi editada a MP do Mal. 

Fim da paridade entre Ativa e Reserva?
As mudanças não são suficientes para reduzir o déficit do regime de previdência dos militares, que ultrapassa R$ 30 bilhões. Segundo O Globo, fontes do Governo defendem  medidas mais duras, entre elas o fim da paridade (de reajuste salarial entre ativos e inativos) e do provento integral.

'Não tá morto quem peleia'
A resistência dos militares continua forte, segundo a reportagem. Os argumentos são os mesmos esgrimidos pelos canais oficiais das Forças Armadas: disponibilidade permanente; proibição de greves; ausência do FGTS; entre outros. Pesam em favor dos militares o alto índice de credibilidade junto à sociedade civil e a recente atuação nos presídios e nas paralisações de policiais militares pelo Brasil.

Mudanças na carreira
Como o blog também já noticiou diversas vezes, trabalha-se com a ampliação do limite de idade nos postos e graduações e criação de novos postos. Em 28 de dezembro, noticiamos aqui que o Exército trabalha com a projeção 38 anos de carreira e prevê para os sargentos o acesso ao posto de major. Por sua vez, em outubro do ano passado, o comandante da Aeronáutica já informava ao jornal Zero Hora que a reestruturação da Força prevê a redução de unidades e o aumento de militares temporários, com a consequente diminuição do efetivo do pessoal de carreira.

Cota de sacrifício
Mesmo não havendo margem no Orçamento para novas despesas, o governo estaria disposto a negociar alterações na carreira, melhorando os vencimentos, em troca das mudanças no regime de aposentadoria da categoria.
— Vai depender da contrapartida, da cota de sacrifício que os militares estão dispostos a fazer para contribuir com a reforma da Previdência como um todo — disse ao GLOBO uma fonte graduada.
Com informações de O Globo.

Leia mais sobre carreira dos graduados

Fonte > Montedo

domingo, 19 de fevereiro de 2017

F-35 estreia no Red Flag demostrando suas habilidades de caça de quinta geração

Em sua primeira participação num exercício Red Flag, o F-35A demostrou suas habilidades de caça de quinta geração

F-35A proving its worth at Red Flag combat exercise
An F-35A Lightning II from Hill Air Force Base, Utah, takes off from Nellis AFB, Nev., Feb. 2, 2017, during Red Flag 17-01. This is the first F-35A deployment to Red Flag since the Air Force declared the jet combat ready in August 2016. (U.S. Air Force photo/R. Nial Bradshaw)
Depois de oito dias “em guerra”, o F-35A Lightning II está provando ser um recurso inestimável durante o Red Flag 17-01, exercício de combate aéreo da Força Aérea dos EUA (USAF) realizado na Nellis Air Force Base (AFB), no estado de Nevada.
O F-35A é um caça furtivo de quinta-geração, multimissão, projetado para recolher, fundir, e distribuir mais informação do que qualquer outro caça na história.
O tenente coronel George Watkins, piloto de F-35 e comandante do 34º Esquadrão de Caça, disse que voar o F-35A em combate “parece um domínio aéreo”.
“Quatro de meus pilotos (de F-35A) voltaram de missões, indivíduos que voaram F-15 e F-16 em Red Flag passadas, dizendo: ‘Isso é incrível. Eu nunca tive tanta consciência situacional enquanto estou no ar. Eu sei quem é quem, eu sei quem está sendo ameaçado, e eu sei onde eu preciso ir em seguida. “Você simplesmente não tem todas essas informações de uma vez em plataformas de quarta geração”, disse Watkins.
Desde o início do exercício foram 110 saídas. Nenhuma saída deixou de ocorrer por questão de manutenção e taxa de missão está em 92%. As aeronaves de quarta geração estão com uma taxa de 70 a 85%.
“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião das nossas forças”, disse Watkins. – Isso é inédito.
Enfrentar ameaças superfície-ar altamente sofisticadas é um desafio para aeronaves de quarta geração. Com o F-35A, os pilotos podem reunir e fundir dados de uma multidão de fontes e usar os sensores avançados do jato para identificar com precisão uma ameaça. Em seguida, eles podem eliminá-la com uma bomba de 2.000 libras. Seria impossível para uma aeronave de quarta geração sobreviver a tal missão, de acordo com o Tenente-Coronel Dave DeAngelis, piloto do F-35 e comandante do 419 Grupo de Operações, Destacamento 1.
Enquanto os F-35A eliminavam as avançadas ameaças terrestres, os F-22 estavam dominando as ameaças aéreas e os dois abriam caminho para que os caças de quarta geração operassem.
“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião da nossa força”, disse Watkins. – Isso é inédito.
Os primeiros F-35A operacionais chegaram a Hill AFB em outubro de 2015. A base será eventualmente o lar de três esquadrões de caça F-35 com um total de 78 aeronaves até o final de 2019.
FONTE: nellis.af.mil (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)/ aereo.jor.br

Espiona que eu espiono

Os céus da Síria andam cheios de drones voando para lá e para cá. Segundo alguns relatos russos o número chega a 50 aeronaves não tripuladas em ação ao mesmo tempo controladas por diversos operadores.
predador monitorado por russos sobre a siriaPortanto, não são raros os encontros de drones com drones ou mesmo drones com aeronaves tripuladas. Embora a maioria desses drones seja de aeronaves não tripuladas de vigilância, algumas transportam armamentos. É possível até que a Síria seja palco do primeiro abate de um drone por outro drone em combate real. O vídeo abaixo apresenta um drone russo acompanhando um drone norte-americano do tipo Predador.
 Fonte > aereo.jor.br

Exclusivo – Brasil Cancela Pantsir S1 Mira o S-300


Em uma mudança de parâmetros o governo brasileiro comunicou a Moscou que cancela as negociações sobre o sistema de Defesa Antiaéreo Pantsir, mas olha agora o S-300

Para a Força Aérea Brasileira, seriam necessários parâmetros mais ambiciosos para garantir a interdição do espaço da capital nacional e de outros pontos estratégicos do território nacional, como o Grande ABC paulista, onde se concentra 70% da indústria bélica do país. O ideal seria a aquisição de mísseis com desempenho igual ou superior ao do Sistema S-300, mesmo que sem transferência de tecnologia.

Trata-se de um salto qualitativo importante. O S-300, citado como parâmetro, oferece proteção, contra mísseis de cruzeiro e  balísticos, em um perímetro de até 300 km dos lançadores. O sistema foi adquirido pela Venezuela. Leia mais...

Fonte > Defesanet

GLO - As Forças Armadas nas ruas

Raul Jungmann

A crise na segurança pública do Rio de Janeiro e do Espírito Santo traz à tona o papel das Forças Armadas em resposta à crescente demanda da sociedade por segurança.
A Constituição (artigo 142) consagra como funções das Forças Armadas, além da defesa da pátria e da garantia dos poderes, a manutenção da lei e da ordem (GLO). O emprego das Forças Armadas na GLO está regulamentado pelo Decreto nº 3.897, de 24/8/2001, com vistas à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, sempre que os instrumentos à disposição das autoridades locais tenham-se esgotado, ou seus meios estejam indisponíveis, inexistentes ou insuficientes. O emprego das Forças Armadas deverá ser episódico, em área definida e ter a menor duração possível.
Desde outubro de 2008, foram autorizadas 42 GLOs, sendo sete delas em nove meses de minha gestão. As Forças Armadas garantiram a segurança em eleições municipais e nacionais, em visitas de autoridades estrangeiras e nos grandes eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, sempre com avaliação positiva pela população. leia mais...
Fonte > Defesanet

Fazendo História: primeira turma de mulheres ingressa na escola de cadetes do Exército

MOMENTO HISTÓRICO

Após 76 anos, mulheres ingressam na EsPCEx
Pela primeira vez na história, mulheres entraram no Exército Brasileiro (EB) para poder servir como oficiais na linha bélica. Elas já podem prestar concursos na Força Armada há 25 anos em áreas administrativas e de saúde, mas ingresso para vir a ser oficiais combatentes só partir deste sábado (18), quando foram matriculadas na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas. Devido à importância do fato histórico, a cerimônia contou com a presença do general de Exército, infante Eduardo Dias da Costa Villas Bôas – atual comandante do EB.
“O ingresso das mulheres é algo extremamente natural e muito bem-vindo porque em todas as áreas em que elas já participaram, trouxeram um enriquecimento muito grande, tanto do ponto de vista humano quanto técnico. E a nossa expectativa é muito grande, muito positiva. Tenho certeza que será um sucesso”, declara o general.
Coincidentemente, a turma do general se formou há 50 anos na Preparatória. Por isso, a solenidade contou com 106 dos 372 alunos de 1967. Dos 372, 202 se formaram, 36 já morreram e oito se tornaram generais. E, dos oito, apenas Villas Bôas veio a comandar o EB.
“Essa coincidência é uma tremenda motivação para essa turma de 2017 saber que um deles, daqui a 50 anos, pode vir a ser o comandante do Exército”, afirma o coronel de infantaria Gustavo Henrique Dutra de Menezes, diretor da EsPCEx. A escola tem 76 anos e é a porta de entrada obrigatória para todos que desejam entrar na Força Armada como oficiais (soldados com curso superior em Ciências Militares).
A Preparatória é o primeiro ano da faculdade militar e é responsável pela seleção e preparação do aluno em Campinas, que, ao chegar à Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), recebe o título de cadete. Na Aman, o universitário cursa mais quatro anos, se forma, começa a subir de patente e pode chegar ao topo da carreira, que é ser general.
Na academia, o cadete já escolhe uma entre as sete 'especializações' que pretende seguir: infantaria (militar combatente por excelência, a pé), cavalaria (soldados em veículos, como tanques), artilharia (canhões, foguetes, mísseis), engenharia (para transposição de obstáculos no front) e comunicações (equipamentos que permitem a troca de mensagens entre os soldados), intendência (suprimentos, como recursos, alimentos e farda) e material bélico (mecânicos de viaturas).
No caso das mulheres, elas poderão escolher, por enquanto, entre intendência e material bélico. “O ingresso das mulheres na área bélica tem ainda um caráter experimental, para nós irmos ajustando (o processo)”, afirma Villas Bôas.
Igualdade
Em relação ao tratamento, a aluna Emily de Souza Bráz, de 16, conta que tudo é igual (para homens e mulheres). “Não tem diferença. Somos todos vistos como alunos”, diz a pioneira.
O coronel Dutra declara que a única diferença é que elas usam coque. “A gente não faz nenhuma diferenciação de cor, sexo, classe social. Cada um aqui vai ter o seu esforço recompensado de acordo com a meritocracia”.
Há mais de 50 anos é assim, atesta o arquiteto George Agnew, que se formou na Preparatória na turma de 1967, mas acabou optando por arquitetura em detrimento à carreira militar.
Desde aquela época, “não interessava cor, religião ou classe social. Todos fomos tratados como iguais e, assim, as amizades mais fortes e os grupos de amigos nasceram apenas da identificação de ideais e da compatibilidade dos integrantes, sem nenhum outro interesse. Lá, criamos e cultivamos amizades muito sólidas que permanecem até hoje muito intensas”.
Agnew conta que o que aprendeu na EsPCEx extrapolou o âmbito estudantil. “Aprendemos coisas que atualmente não são muito valorizadas como disciplina, honestidade, companheirismo e amor à pátria. As provas eram feitas sem fiscalização. O professor as distribuía, saia da sala e só voltava ao final do tempo para recolhê-las. Ninguém colava. A punição para a cola era o desligamento sumário da escola. Era um regime rígido de estudos, educação física e treinamento militar que transformou completamente o modo que encaramos a vida”.

Concorrido e árduo
Durante a solenidade de Abertura dos Portões, a entrega da boina é o momento em que o até então candidato passa a ser aluno da EsPCEx, marcando a consagração de um processo seletivo acirrado.
O vestibular é mais concorrido do que todos os cursos de engenharia da USP, e, no caso específico das mulheres, mais do que o de medicina daquela universidade. Em 2016 se inscreveram na Preparatória 29.771 vestibulandos, que competiram por 440 vagas (a relação candidato-vaga foi de 55 homens para 400 vagas destinadas a eles, e de 193 mulheres para 40 destinadas a elas).

Consagração do sonho emociona aluna da EsPCEx
Para a maioria dos alunos, entretanto, o mais difícil é o impacto da rotina civil para a militar. “A rotina é bem mais puxada. E o cansaço em si causado por esse choque é a maior dificuldade que a gente tem. Todos que estão aqui se esforçaram muito. E nós continuamos dando o nosso máximo. Cada etapa que a gente vence é uma conquista, mais um passo na realização desse sonho”, afirma o aluno Victor Hugo Alves de Araújo Lima, de 19 anos, de Recife (PE).
“É atividade o dia inteiro. A rotina é muito cansativa. Mas, a gente ergue a cabeça e segue. E o que mais nos ajuda é o companheirismo, que é muito forte. Todo mundo segue junto. Sempre que alguém precisa, todo mundo ajuda, dá aquela força, aumenta o moral nos momentos difíceis”, complementa a aluna Emily, que, por ser a mais nova da turma, abriu o portão da escola na cerimônia.
Essa solidariedade, que já é ensinada desde o começo, é necessária não apenas no dia a dia militar, como também nas guerras, onde a sobrevivência de um soldado depende muitas vezes do companheiro de farda.

Festa
A celebração começou com a entrada da Turma Marechal Mariano da Silva Rondon, que comemorou a passagem pelos mesmos portões há 50 anos. Em seguida, entrou a turma de 2017, que recebeu a boina azul-ferrete. O acessório é colocado nos novatos por padrinhos. Depois, houve a aula inaugural do exercício deste ano, ministrada pelo coronel Dutra. Para os alunos e para os familiares dos novatos foi oferecido um almoço; já para a elite do Exército, um coquetel.

Fonte > CORREIO POPULAR/montedo.com

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Veja: Temer quer cuidado redobrado na tratativa com os militares

Onde a previdência militar pode estourar na segurança pública

Negociações andaram pouquíssimo
Gabriel Mascarenhas
Michel Temer vem acompanhando as tentativas de sua equipe para desarmar uma bomba: as negociações para a formulação das novas regras da previdência dos militares. A categoria não entrou na reforma que tramita no Congresso.
O avanço das conversas entre o governo e a caserna foram mínimos, próximos do zero. As normas que valerão para as forças armadas podem descer em cascata, servindo para nortear a previdência da turma da farda nos estados, leia-se polícias militares e bombeiros. Aí é onde mora o perigo.
Depois dos assassinatos em massa no Espírito Santo, Temer quer um cuidado redobrado nas tratativas com os militares, hoje, extremamente irritados com a postura dos negociadores escalados pelo Palácio do Planalto.
O presidente tem ideia do que pode ocorrer caso chegue aos PMs e Bombeiros de todo o país que o governo federal prepara um pacote de arroxo previdenciário considerado por eles acima do aceitável.
O temor maior, óbvio, é que as forças de segurança nos estados cruzem os braços, inaugurando um novo capítulo de barbáries.

Fonte> Veja (Radar On-line)/montedo.com