quinta-feira, 7 de agosto de 2014

RJ: tropa mineira assume operações na Maré

Militares de JF irão atuar na pacificação da favela da Maré


Foto: Soldado Meizon / Comando Militar do Leste
Militares de quartéis de Juiz de Fora começam nesta quarta-feira (6) a atuar na operação de pacificação do conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro. Eles substituem a tropa da 6ª Brigada de Infantaria Blindada (Santa Maria/RS). Também serão enviados homens de São João del-Rey, Petrópolis e Belo Horizonte.
A tropa já está no Rio de Janeiro para assumir a operação, batizada de "São Francisco", no entanto, o efetivo empregado ainda não foi divulgado. O comando da Força de Pacificação será assumido pelo comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), general Francisco Mamede de Brito Filho. A solenidade da 3ª Troca de comando acontece nesta quarta-feira, às 17h, na Base da Força de Pacificação, localizada no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro (CPOR-RJ).

Segundo a assessoria de comunicação da Força de Pacificação, desde o dia 28 de julho, a tropa do Exército Brasileiro que atua na operação "São Francisco" vem sendo substituída gradualmente por militares de organizações militares sediadas no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. De acordo com o Ministério da Defesa, a operação foi prorrogada até o dia 31 de outubro, com a missão de continuar cooperando com o Estado do Rio de Janeiro em seu processo de pacificação. Em 2011 militares de Juiz de Fora atuaram no processo de pacificação dos Complexos do Alemão e da Penha, também no Rio de Janeiro.

Fonte > TRIBUNA DE MINAS/montedo.com

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Veja como sair de um grupo no Facebook, muito fácil.


Para sair de um grupo, vá até ele e clique em  no canto superior direito. Depois escolha a opção Sair do grupo no menu suspenso.
Quando você sair de um grupo:
  • Os membros não serão notificados se você sair
  • Você será removido da lista de membros e o grupo será retirado de sua lista de grupos
  • Você não receberá mais notificações do grupo nem visualizará o histórico do grupo no Feed de notícias
  • As pessoas não poderão mais ver quando você visualizou uma publicação de grupo, mesmo se você visualizou a publicação antes de sair do grupo.
Assim como marcações em fotos, você só pode ser adicionado em um grupo por um dos seus amigos. Quando um amigo adiciona você a um grupo, um histórico no grupo (e no Feed de notícias, para grupos Abertos ou Fechados) indicará que o seu amigo o adicionou a um grupo.
Observe que:
  • Para a maioria dos grupos, apenas seus amigos podem adicionar você aos grupos. Os grupos para escolas permitem que as pessoas adicionem pessoas da comunidade da escola, mesmo que não sejam amigos no Facebook.
  • Quando um amigo adiciona você a um grupo, você recebe uma notificação na mesma hora.
  • Você pode sair de um grupo em qualquer momento. Depois de sair de um grupo, você não poderá ser adicionado por mais ninguém a menos que solicite de forma explícita.
Fonte > Facebook

sábado, 2 de agosto de 2014

Programas de vigilância dos EUA ameaçam liberdade de imprensa, diz relatório

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Os programas de vigilância dos Estados Unidos estão tornando mais difícil para funcionários do governo falarem com a imprensa sob anonimato, disseram dois grupos de defesa dos direitos humanos nesta segunda-feira.

A vigilância em larga escala, como parte da repressão do governo do presidente Barack Obama aos vazamentos de assuntos de segurança nacional, ameaça a liberdade de imprensa e o direito à assistência jurídica, afirmaram o Human Rights Watch e a União das Liberdades Civis Americana (Aclu, na sigla em inglês), em um relatório conjunto. Os programas de vigilância da Agência Nacional de Segurança (NSA), que incluem a obtenção de “metadados” de telefones, aumentaram as preocupações dos funcionários do governo em contatar a mídia já que “qualquer interação – qualquer e-mail, qualquer telefonema – tem o risco de deixar um rastro digital que pode ser posteriormente usado contra eles”, diz o relatório.

Os grupos entrevistaram mais de 90 jornalistas, advogados e altos funcionários do governo dos Estados Unidos, atuais ou antigos, para o relatório. “Os jornalistas disseram que as autoridades estão substancialmente menos dispostas a manter contato com a imprensa, mesmo em relação a questões sem sigilo ou opiniões pessoais, do que estavam alguns anos atrás”, assinala o relatório.

A administração Obama tem sido mais agressiva do que seus recentes antecessores para silenciar potenciais vazadores. Há oito pessoas indiciadas sob a Lei de Espionagem, sob suspeita de vazamento de informações. Na esteira das revelações do ex-agente da NSA Edward Snowden, o governo vem intensificando os esforços para detectar “ameaças internas” de funcionários do governo que possam querer vazar informações.

Muitos programas atuais de vigilância dos Estados Unidos vão bem além do que é necessário para garantir a segurança nacional, disse o relatório. “Os Estados Unidos se apresentam como um modelo de liberdade e democracia, mas os seus próprios programas de vigilância estão ameaçando os valores que dizem representar”, disse o autor do relatório, Alex Sinha, em um comunicado.

O documento pede ao presidente Barack Obama e ao Congresso que reavaliem as políticas de vigilância do país, reduzam o sigilo e aumentem a proteção aos denunciantes. A Câmara dos Estados Unidos aprovou uma lei em maio para acabar com coleta em grande escala de dados de telefone pelo NSA. A lei está sob análise no Senado.

FONTE: Reuters/forte.jor

Primeira Guerra Mundial acelerou modernização das Forças Armadas no Brasil

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Há exatos 100 anos, teve início um conflito militar global sem precedentes, com um nível de destruição e mortandade desconhecido até então. A declaração de guerra do Império Austro-Húngaro à Sérvia, por suposta colaboração do assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono, deflagrou um dos conflitos mais sangrentos e dramáticos da história: a I Guerra Mundial. O embate transformou o mundo e acelerou, por efeitos inesperados, o processo de modernização e profissionalização das Forças Armadas do Brasil.
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Antes mesmo de a “Grande Guerra” eclodir, o Brasil já estava atento às inovações que surgiam nos países europeus, buscando formas de expandir seus meios de defesa para assegurar a soberania nacional. Prova disso foi o envio de turmas de oficiais brasileiros à Alemanha, em meados de 1910 (quatro anos antes da Guerra), para ações de treinamento e intercâmbio militar.

Após o início do conflito, o Brasil foi o único país da América do Sul a ingressar na guerra, em 1917, o que impulsionou o protagonismo internacional brasileiro e rendeu ao país participação de grande relevância nas tratativas que levaram à criação da Liga das Nações – instância que, anos depois, daria lugar à Organização das Nações Unidas (ONU).
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No pós-guerra, o Brasil passou a investir de forma cada vez mais estratégica na composição de suas Forças Armadas e na criação de escolas preparatórias.

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“A história do Exército começou a mudar com na virada do século XX, quando começamos a mandar oficiais para fazerem cursos na Alemanha. Foi um resultado muito interessante para a organização, especialmente na formação”, afirma o diretor de Patrimônio Histórico do Exército, general Marcio Roland Heise.

Missão Francesa

O Brasil contratou uma Missão Militar Francesa, o que permitiu a modernização das Forças e a incorporação da aviação militar na Marinha e no Exército. No período, começaram a ser utilizados no país os veículos blindados. Ocorreu também a reformulação do ensino do Exército, além da introdução do emprego de armas químicas, entre outros avanços.

“A missão francesa nos auxiliou nessa modernização. Com ela, fomos alçados à condição de um Exército moderno e mais profissional”, explica o general Heise.

Apesar de sua postura não beligerante e neutra em relação à I Guerra, o governo brasileiro se viu sem opções quando, no fim de 1917, navios brasileiros sofreram ataques de submarinos das forças alemãs sob a alegação de que as embarcações nacionais navegavam em áreas restritas. Após o afundamento de três navios mercantes, sendo o último deles o vapor Macau, que transportava café para a França, o então presidente do Brasil, Wenceslau Brás, decidiu decretar estado de guerra, no qual o país entrava como aliado da Tríplice Entente (França, Reino Unido, Rússia).

“O Brasil já vinha reforçando o interesse em modernizar suas Forças. Depois de ter sido envolvido na guerra, cresceu a necessidade de o país ter uma capacidade robusta de autodefesa e de proteção para dissuadir ameaças”, avalia o professor de Relações Internacionais, Antônio Ramalho, diretor do Instituto Pandiá Calógeras – órgão ligado ao Ministério da Defesa. Segundo informações da Academia Brasileira de História Militar (AHIMTB), no período da I Guerra, o Exército Brasileiro criou a Comissão de Estudos de Operações e de Aquisição de Material na França, que, sob a chefia do general Napoleão Felipe Aché, buscava absorver a maior quantidade de conhecimentos da Doutrina Militar Francesa e adquirir o material necessário à sua implantação no Brasil. Além disso, foram enviados soldados da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) que iriam se juntar aos aliados na África. Infelizmente, no caminho, o grupo foi atingido pela gripe espanhola e quase todos morreram antes de chegar ao destino final.

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O Brasil também teve participação na I Guerra com o envio de uma Missão Médica do Exército à França, chefiada por Nabuco de Gouveia. Essa missão montou um hospital e organizou o atendimento a centenas de feridos aliados. Quando acabou a guerra, o hospital foi doado pelo Brasil à França e até hoje pode ser visto no 15e arrondissement em Paris, onde funciona com o nome de “Hospital Vaugirard”. O local, apesar disso, ainda exibe a antiga placa de bronze nome “Hôpital Brésilien” (Hospital Brasileiro).

De acordo com o presidente da AHIMTB, coronel Cláudio Moreira Bento, o tenente José Pessoa, que foi para a França lutar com os aliados e chegou a comandar um esquadrão de soldados turcos, foi o grande destaque do Brasil na I Guerra. “Era um homem empreendedor, além do excelente trabalho como combatente, trouxe novos conhecimentos ao Brasil, tendo sido o idealizador da AMAN”, explica o coronel lembrando ainda que, na época, José Pessoa recebeu inúmeros elogios de seus comandantes franceses.

A Grande Guerra

Em 28 de julho de 1914, o Império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia, por suspeitar do envolvimento do governo eslavo no assassinato do herdeiro do trono, arquiduque Francisco Ferdinando. Era o início do maior conflito visto até então pela humanidade. Na época, o mundo vivia uma aparente situação de paz, mas a política de alianças secretas entre as principais potências europeias no final do século XIX levou a uma corrida armamentista.

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 “As alianças contraditórias entre os países europeus eram insustentáveis e acabaram culminando nessa guerra que todos acharam que seria uma guerra curta, mas acabou se tornando uma das mais dramáticas da historia mundial”, avalia Antônio Ramalho. Além disso, a Alemanha e a Itália queriam expandir sua zona de influência para ter maior acesso a matérias-primas e mercados, enquanto eslavos e árabes lutavam para sair do jugo dos Impérios Austro-Húngaro e Turco-Otomano, respectivamente. Por essa razão, para muitos historiadores, o assassinato de Francisco Ferdinando foi apenas um pretexto para o início do conflito.

A guerra, inicialmente concentrada na Europa, acabou envolvendo o mundo inteiro, já que a intolerância geral imperava e forçava os países neutros a assumiram uma posição contra ou a favor da Alemanha. O conflito se deu, sobretudo, em trincheiras, nas quais os soldados, em condições insalubres, chegavam a ficar meses de prontidão. “Inicialmente, a expectativa era de ser uma guerra curta, especialmente por causa da expansão das inovações tecnológicas no mundo, como carros blindado, submarinos, aviões sendo usados como equipamento militar e armas químicas. Mas, o que se viu foi uma guerra longa e sofrida, especialmente no período das trincheiras”, diz o professor de História Contemporânea da Universidade de Brasília (UnB) Thiago Tremonte.

“A guerra de trincheiras é o que mais marca esse tenebroso confronto. Além das condições absurdas em que os soldados ficavam ali, o espaço que separava os dois inimigos era terra de ninguém: o inimigo poderia estar a poucos metros de distância sem ser visto, o que gerava uma sensação de pavor constante”, conclui o historiador da UnB.

FONTE: Assessoria de Comunicação do MD/forte.jor

Como baixar no Android vídeos do Facebook

Veja a seguir o passo a passo de como usar a ferramenta. O teste foi realizado em um Samsung S3 Mini, mas a sequência é parecida em outros aparelhos Android. 
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  • Passo 1
    Baixe o MyVideoDownloader for Facebook no smartphone Android. O app se conectará automaticamente ao Facebook, se o usuário já estiver logado (se não for o caso, preencha suas informações de acesso à rede). Clique então no símbolo do aplicativo, no canto superior esquerdo da tela.Foto: Reprodução
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    Passo 2
    Uma aba aparecerá. Clique em News Feed.Foto: Reprodução
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    Passo 3
    Todos os vídeos do seu feed de notícias aparecerão. Selecione o que deseja baixar, clicando no quadradinho vazio ao lado dele. Para fazer o download, selecione a seta exibida no canto superior direito. O vídeo ficará armazenado na área de multimídia do celular, em uma pasta denominada Facebook.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    Passo 4
    Agora você verá como compartilhar via WhatsApp esses vídeos já baixados no celular. Abra uma conversa com a pessoa para quem vai mandar o vídeo. Clique no clipe no canto superior direito da tela.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    Passo 5
    Clique em Galeria.Foto: Reprodução
  • Reprodução 6
    Passo 6
    Na área Vídeo, procure a pasta denominada Facebook. Os vídeos que você baixou estarão armazenados lá. Selecione o arquivo e clique em enviar.Foto: Reprodução 6

Fonte > tecnologia.uol

Jovem da periferia monta fábrica de bolsas com dinheiro de rescisão



Nos arredores da Favela de Heliópolis, a estilista Agnes Martins encontrou inspiração para abrir seu próprio negócio. Atualmente, ela fatura cerca de R$ 2 mil por mês.
Fonte > noticias.band

Exército chinês deve se afastar dos 'quatro costumes': formalismo, burocracia, hedonismo e luxúria.

Presidente chinês promete punir duramente corrupção nas Forças Armadas

Os soldados têm de se afastar do que o partido chama de “quatro costumes” - formalismo, burocracia, hedonismo e luxúria.
AFP
Ben Blanchard
PEQUIM  - O presidente da China, Xi Jinping, prometeu reprimir energicamente a corrupção nas forças militares, ao pedir que soldados refutem práticas ilegais e garantam sua lealdade ao comando do Partido Comunista, divulgou a imprensa estatal nesta sexta-feira.
O compromisso de punir militares corruptos foi divulgado poucos dias depois de o Partido Comunista ter começado uma investigação sobre o ex-chefe de segurança interna Zhou Yongkang, a figura mais proeminente a cair no crivo da campanha de Xi contra a corrupção.

Xi disse que as tropas têm de se lembrar de suas prioridades, relatou o diário oficial das Forças Armadas. Seus comentários foram feitos durante uma visita a uma base militar na província de Fujian, no sul do país, na quinta-feira, para comemorar o 87o aniversário do Exército da Libertação Popular.
“Resolutamente punir a corrupção, mantendo a boa imagem das forças armadas do povo do começo ao fim”, disse Xi, segundo o jornal.
Ele afirmou que os soldados têm de se afastar do que o partido chama de “quatro costumes” - formalismo, burocracia, hedonismo e luxúria.
Em junho, o partido anunciou que entraria em processo de corte marcial contra Xu Caihou, um de seus mais altos oficiais militares, por acusações de corrupção.

Fonte > Reuters/montedo.com

Brasil é tricampeão mundial militar de vôlei masculino


Brasil é tricampeão mundial militar de vôlei masculino
Foto: Felipe Barra
O vôlei masculino militar do Brasil está em festa. A equipe comandada pelo sargento Anderson Rodrigues, campeão olímpico em Atenas 2004, sagrou-se tricampeã mundial em partida contra a Venezuela, realizada na noite da última terça-feira (29). No jogo, disputado no Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEX), no Rio de Janeiro, o Brasil mostrou sua superioridade vencendo o adversário por 3 x 1 (25/14, 25/19, 16/25 e 25/8).
A conquista marcou o término do 33º Campeonato Mundial Militar de Vôlei Masculino. A equipe brasileira chegou ao título invicta depois de passar por Finlândia, Holanda, China, Catar e Irã.
Promovido pelo Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), a competição teve duração de uma semana e contou com a participação de 11 países.
A cerimônia de encerramento, que aconteceu ontem, foi presidida pelo secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto da Defesa, general Joaquim Silva e Luna. Na ocasião, a Geração de Prata do vôlei brasileiro foi homenageada pela conquista da histórica medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984. No próximo mês de agosto, a vitória completa 30 anos.

Brasil
A equipe brasileira foi campeã nas três últimas edições do evento: em 2009, 2011 e 2014. Todas foram sediadas no Brasil. O time vencedor é formado por atletas de alto rendimento das Forças Armadas que jogam juntos há cinco anos.
A partir do próximo dia 4 de agosto (segunda-feira), terá início a 11ª edição do Campeonato Mundial Feminino de Vôlei. As partidas acontecem também no CCFEX e têm entrada franca para o público.
(MD ASCOM/FM)

Fonte > FOLHA MILITAR/montedo.com

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Brasil atrai gigantes da área de TI


Publicação: 24/07/2014 13:22 Atualização:

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BDNES) em apoio à inovação no Brasil alcançaram R$ 5,2 bilhões no ano passado em 753 operações, incluindo repasses de R$ 1,9 bilhão à Finep – Inovação e Pesquisa, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT). Descontado o que foi repassado à Finep, os recursos de R$ 3,3 bilhões representaram crescimento de 50% frente ao total de empréstimos registrados em 2012.

A instituição informou que neste ano, até abril, R$ 1,7 bilhão foram emprestados em 365 operações, somado o repasse de R$ 700 milhões à Finep. Os números são reflexo dos avanços da pesquisa e da tecnologia no Brasil, embora ainda falte no país maior esforço de integração entre as universidades, onde são feitas as pesquisas básicas avançadas, e os centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da iniciativa privada, como reconhece o secretário de Política de Informática do MCT, Virgílio Fernandes Almeida. “Olhando os ecossistemas de inovação no exterior, esses são os principais atores e queremos fazer a ligação entre eles no Brasil”, afirma. leia mais...


Fonte . http://www.em.com.br/

Queda do Facebook faz pessoas ligarem para a polícia


Se você estava na internet por volta das 13h desta sexta-feira, provavelmente notou que oFacebook saiu do ar. E a reação dos internautas com a falta da maior rede social do mundo variou bastante: pelo horário, provavelmente uns foram almoçar, outros correram ao Twitter e Google+, mas teve até quem ligasse para a polícia.
Isso aconteceu nos Estados Unidos, mais precisamente em Los Angeles, onde as autoridades receberam ligações no número 911 de gente reclamando por estar sem acesso ao Facebook. O sargento Burton Brink teve de recorrer ao Twitter para pedir que as pessoas parassem de ligar por causa disso. "Não sabemos quando o Facebook voltará", declarou. leia mais...

Fonte  >  olhardigital