domingo, 29 de julho de 2018

Reajuste de militares em 2019 está garantido, independentemente de equipe econômica

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Vicente Nunes
A despeito da proposta da equipe econômica de incluir, no Orçamento de 2019, o adiamento para 2020 dos aumentos dos servidores públicos, os militares ficarão de fora da medida e terão os soldos reajustados. Fontes do Palácio do Planalto garantem que o presidente Michel Temer assumiu compromisso com a caserna e não vai voltar atrás. Os militares têm tido papel importante no atual governo.
Na avaliação do Planalto, os militares têm condições diferenciadas de trabalho e isso deve ser levado em conta na hora de se definir a política salarial da categoria. Tanto o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, quanto o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, dizem a proposta de adiamento dos reajustes de salários valerá para os militares. Assessores de Temer garantem que o aumento dos soldos em 2019 está garantido.
Pelo acerto feito com o governo, ratificado pelo Congresso, os militares vão receber aumento médio de 27,9% em quatro parcelas. A primeira foi paga em agosto de 2016, a segunda, em janeiro de 2017, e a terceira, em janeiro deste ano. A próxima parcela está prevista para ser paga em janeiro de 2019. Somente no ano que vem, esse reajuste custará quase R$ 5 bilhões.
Quando fechou a correção dos soldos, o governo optou por dar aumentos diferenciados aos militares, dependendo do posto ou da graduação. Os reajustes variam entre 24% e 48% Na Aeronáutica, no Exército e na Marinha, a visão é de que o governo não rasgará o acordo firmado com as Forças. Há, inclusive, uma movimentação para tentar bloquear qualquer proposta de adiamento dos reajustes. “O governo não vai brincar com isso”, diz um representante de uma das Forças.
Veja a tabela dos soldos por posto ou graduação com os reajustes previstos para 2019.
Postos ou graduação (Em R$) 2018/2019
Almirante de Esquadra, General de Exército e Tenente-Brigadeiro 12.763,00 – 13.471,00
Vice-Almirante, General de Divisão e Major-Brigadeiro 12.233,00 – 12.912,00
Contra-Almirante, General de Brigada e Brigadeiro 11.833,00 – 12.490,00
Capitão de Mar e Guerra e Coronel 10.832,00 – 11.451,00
Capitão de Fragata e Tenente-Coronel 10.642,00 – 11.250,00
Capitão de Corveta e Major 10.472,00 – 11.088,00
Capitão-Tenente e Capitão 8.517,00 – 9.135,00
Primeiro-Tenente 7.796,00 – 8.245,00
Segundo-Tenente 7.082,00 – 7.490,00
Guarda-Marinha e Aspirante a Oficial 6.625,00 – 6.993,00
Aspirante, Cadete (último ano) 1.372,00 – 1.448,00
Aluno do Instituto Militar de Engenharia (último ano) 1.372,00 – 1.448,00
Aspirante e Cadete (demais anos) 1.114,00 – 1.176,00
Aluno do Centro de Formação de Oficiais da Aeronáutica (demais anos) 1.114,00 – 1.176,00
Aluno de Órgão de Formação de Oficiais da Reserva (demais anos) 1.114,00 – 1.176,00
Aluno do Colégio Naval (último ano) 1.010,00 – 1.066,00
Aluno da Escola Preparatória de Cadetes (último ano) 1.010,00 – 1.066,00
Aluno da Escola de Formação de Sargentos 1.010,00 – 1.066,00
Aluno do Colégio Naval 989,00 – 1.044,00
Aluno da Escola Preparatória de Cadetes (demais anos) e Grumete 989,00 – 1.044,00
Aprendiz-Marinheiro 929,00 – 981,00
Suboficial e Subtenente 5.751,00 – 6.169,00
Primeiro-Sargento 5.110,00 – 5.483,00
Segundo-Sargento 4.445,00 – 4.770,00
Terceiro-Sargento 3.584,00 – 3.825,00
Cabo (engajado) e Taifeiro-Mor 2.449,00 – 2.627,00
Cabo (não engajado) 886,00 – 956,00
Taifeiro de Primeira Classe 2.203,00 – 2.325,00
Taifeiro de Segunda Classe 2.094,00 – 2.210,00
Marinheiro, Soldado Fuzileiro Naval 1.758,00 – 1.856,00
Soldado de Primeira Classe (especializado, cursado e engajado) 1.758,00 – 1.856,00
Soldado-Clarim ou Corneteiro de Primeira Classe 1.758,00 – 1.856,00
Soldado Paraquedista (engajado) 1.758,00 – 1.856,00
Marinheiro, Soldado Fuzileiro Naval 1.478,00 – 1.560,00
Soldado de Primeira Classe (não especializado) 1.478,00 – 1.560,00
Soldado-Clarim ou Corneteiro de Segunda Classe 1.478,00 – 1.560,00
Soldado do Exército e Soldado de Segunda Classe (engajado) 1.478,00 – 1.560,00
Marinheiro-Recruta, Recruta, Soldado 854,00 – 956,00
Soldado-Recruta, Soldado de Segunda Classe (não engajado) 854,00 – 956,00
Soldado-Clarim ou Corneteiro de Terceira Classe 854,00 – 956,00
Blog do Vicente (Correio Braziliense)/montedo.com

A dura aposentadoria dos militares

Nota do editor:

Preparai-vos para a reserva! Acreditem, há vida fora da bolha!
Carlos Conrado Pinto Coelho*
Todos nós na vida temos uma certeza: a de que um dia vamos morrer. Na vida militar temos duas certezas: a de que um dia vamos morrer e a de que um dia vamos para a reserva. Mas, para a grande maioria, da ativa, nos parece não acreditarem que essas duas certezas vão atingi-los.
Essa ilusão começa nas escolas, onde o processo seletivo desperta em cada um o espírito de sobrevivência. Cada indivíduo, acreditando estar só, pouco se preocupa com o outro. E, se o outro foi reprovado, foi eliminado, ou será desligado, isso não poderá atingi-lo.
É uma etapa de cada um por si, da busca pela sobrevivência no sistema e assim, fica somente Deus olhando por todos. Isso irá refletir lá na frente, nos cursos, nas promoções e também na passagem para a reserva.
Quando deixam a ativa, aqueles que ficam passam a ver os que se foram de uma forma bem diferente, e esses passam a ser aqueles velhinhos ultrapassados, que ficam querendo ver o passado retornar, que ficam pensando que no seu tempo era melhor, que só eles têm soluções para melhorar todos os problemas atuais e que em seu tempo de caserna não foi possível resolver.
Aí começa então a discriminação para com aqueles que legaram à Força muito do seu esforço, do seu conhecimento, da sua capacidade e dos seus momentos que seriam para o lazer. Surge então a intolerância.
É que esses velhinhos nunca são chamados, atualizados ou reciclados, e, apesar de serem reservistas, nem sempre são sequer lembrados. Pelo contrário, para entrar nos quartéis já não lhes basta a identidade funcional. Têm que assinar listas de entrada e saída, têm que apresentar certificados de habilitação, têm que colocar crachás. Mesmo quando identificados, já não recebem os devidos cumprimentos e até parece que, ao passarem para a reserva, perderam as suas patentes ou graduações.
Os da ativa já não cultuam o passado. Em algumas unidades, para adentrarem as instalações até necessitam ser acompanhados. E, para esses esquecidos não adianta terem sido preparados previamente, pois, a cada ato desses, aumenta cada vez mais a vontade de não mais voltarem aos quartéis. O que antes era uma satisfação, se transforma em uma obrigação e em uma chateação.
Quando antes tinham a alegria de voltar; de relembrar; de se atualizar; de matar a saudade dos velhos tempos; de ouvirem os hinos, a corneta e os sons da ordem unida; nesse instante passam a sentir na pele que não mais pertencem a esse mundo. Deixou de existir aquele tempo em que foram militares, tamanhas as barreiras que estão lhes sendo impostas. Para falar com colegas que eram mais modernos, e hoje são mais antigos, aí então é uma dificuldade.
Normalmente, para alguns da reserva, são efetuados convites para as solenidades, para outros não. Para alguns, há lugares de destaque, para outros, por mais que se dedicaram e se esforçaram pela Força, não há espaço. Normalmente, os da reserva adentram as unidades a procura de apoio médico, buscando serviços odontológicos e até para sanarem dúvidas relativas aos numerários, ou para as apresentações anuais. Essas, agora já não são feitas dentro dos quartéis.
As seções foram de forma premeditada colocadas fora dos quartéis. A nosso ver, mais uma forma de afastar da caserna aqueles que um dia a ela pertenceram. Sendo assim, não é a passagem para a reserva ou a aposentadoria que provocam mudanças drásticas nos indivíduos. Muitos continuam em atividade, conquistam novos amigos, aprendem novas profissões e se inserem em novos grupos sociais e até em novo estilo de vida. Mas é na caserna que está o seu alicerce, o seu porto seguro, a sua base.
Mas são esses novos conceitos e formas de tratamento dos tempos de mudanças; que desequilibram os indivíduos. Aquela sociedade que lhes dava total segurança, agora os discrimina. Isso os desequilibra, tira-lhes o chão, desarticula o seu vínculo com o passado e, não só os diferencia, mas apaga o passado e entristece. Os reservistas nunca vão se anular como sujeitos, nem vão perder os valores aprendidos, mas vão se sentir desprestigiados, principalmente com aqueles de seu grupo social que ora lhes vira as costas, que não reconhece o seu esforço de anos e anos despedidos para a organização, e porque não para próprio grupo.
O despertar para um amanhã onde o passado não mais existe é o verdadeiro fator de desequilíbrio. O futuro também é uma incógnita. Nesse Brasil, onde assistimos desonestos serem absolvidos, onde não se precisa mais trabalhar para auferir ganhos, onde a dedicação não é mais fator de estabilidade e não há reconhecimento daqueles que nos precederam, o futuro é sempre incerto. Aí sim, vêm à tona que a reserva é uma passagem que necessita ser pensada, estudada e reformulada.
Temos que preparar certamente aqueles que estão na ativa para a tratativa daqueles que estão na reserva, pois a manutenção do “status quo” é uma dúvida e hoje nem sempre o trabalho dignifica o homem. Será que a frase “Hommine lupos homine” não se aplicaria melhor?
* Coronel Aviador da Reserva

terça-feira, 29 de maio de 2018

Greve dos caminhoneiros: Ministério da Saúde aciona FAB, Exército e companhias aéreas


Paralisação tem impactado distribuição de remédios pelo Brasil
Paralisação tem impactado distribuição de remédios pelo Brasil  (Felipe Raul/Estadão Conteúdo)
Lígia Formenti e Roberto Godoy 
Brasília 
Com dificuldade para escoar remédios para Estados por causa da greve dos caminhoneiros, o Ministério da Saúde solicitou auxílio da Força Aérea Brasileira para transporte de produtos. Parte deles tem estoques suficientes para apenas dois dias. A pasta pediu ainda escolta das Forças Armadas para transportar por via terrestre os medicamentos entre os Estados e auxílio das companhias aéreas para que os produtos sejam levados em caráter prioritário. Na lista, estão medicamentos para tratamento de câncer, para pacientes transplantados, remédios de alto custo, além de vacinas e drogas usadas na terapia anti-HIV. O Ministério da Saúde classificou a cesta de produtos comprada de forma centralizada por critério de prioridade. Para casos urgentes, estoques são suficientes para dois dias. Esse é o caso, por exemplo, de alguns imunossupressores (indicados para pacientes que fizeram transplante) e do trastuzumabe, usado no tratamento de câncer de mama. Há ainda produtos cujo abastecimento é considerado grave: com quantitativo suficiente para atender 5 dias de demanda. Há ainda itens considerados em situação de "observação", com estoques para 10 dias.
As dificuldades também são encontradas no setor varejista. Farmácias e drogarias continuam sem receber medicamentos, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias, Sérgio Mena Barreto. De acordo com ele, transportadoras, com medo de perder a mercadoria, preferem manter carregamentos em seus armazéns. "Os bloqueios liberam apenas medicamentos para hospitais, não para o comércio varejista", disse. Para Mena Barreto, se a situação perdurar, haverá desabastecimento importante de remédios ainda esta semana. "A situação é preocupante", resume. Barreto afirma que, no Paraná, mesmo caminhões com selos da Defesa Civil não conseguem ultrapassar os bloqueios. Quando a barreira é ultrapassada, o problema é apenas amenizado. Isso porque, entregue a carga, o caminhão vazio não consegue fazer o caminho de volta. "E aí, novas entregas ficam prejudicadas", afirma Mena Barreto. 

Transplantes 
Embora considerado como cirurgia de emergência, a realização de transplantes no País sofreu uma redução nos últimos dias, também em virtude da paralisação. "É um efeito cascata. Nessa situação, diminuem as notificações de possíveis doadores e, com isso a captação e, em consequência, as cirurgias", afirmou o diretor superintendente do Hospital do Rim da Universidade Federal de São Paulo, José Osmar Medina Pestana. Os números mostram o impacto. Mensalmente, são feitos cerca de 80 transplantes no hospital. Este mês, foram 60. O presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, Paulo Pêgo, tem avaliação semelhante. Sem falar em dificuldades. Neste sábado (26), um transplante de pulmão somente pode ser realizado graças a escolta feita pela Polícia Militar de São Paulo. 

Forças armadas entram em ação 
A FAB informou que vai designar ainda nesta segunda-feira (28) dois aviões cargueiros do primeiro grupamento do Rio de janeiro (Ala 11) para o abastecimento de hospitais do País. Os cargueiros Hércules C-130 vão decolar da capital fluminense para a cidade de Montes Claros (MG). Lá, vão receber mil caixas de medicamentos e insumos hospitalares, que representam cerca de 24 toneladas de remédios. Cerca de 16 toneladas seguirão para as cidades de Recife e Caruaru, em Pernambuco, ainda nesta segunda-feira. As oito toneladas restantes serão distribuídas na terça-feira, ainda sem destinação específica. No Estado de São Paulo, o porto de Santos está guarnecido desde domingo por 250 fuzileiros navais que chegaram ao terminal marítimo a bordo do navio Bahia, também deslocado do Rio de Janeiro. Os fuzileiros são apoiados por um esquadrão de blindados Piranha e por um helicóptero empregado em reconhecimento aéreo. Segundo o Comando da Marinha, a missão do grupo é garantir as operações do porto. O Bahia é um navio de combate anfíbio comprado pelo governo do Brasil, na França, em 2015. Desloca 11.300 toneladas e mede 168 metros, o equivalente a um campo e meio de futebol.
Pode receber 450 fuzileiros além dos 300 tripulantes, veículos de desembarque, blindados e 3 helicópteros.
UOL/montedo.com

domingo, 6 de maio de 2018

BR 116 Sul: Dnit chama Exército para retomar obra parada há mais de um ano no RS


Dnit vai oficializar proposta para Exército retomar parte da duplicação da BR-116
Obras no trecho entre Guaíba e Barra do Ribeiro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, estão paradas há mais de um ano porque construtora enfrenta dificuldades financeiras
JOCIMAR FARINA
Porto Alegre (RS) - O Comando Militar do Sul será apresentado na próxima segunda-feira (23) à proposta do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para que o Exército conclua um trecho de 50 quilômetros da duplicação da BR-116, entre Guaíba e Barra do Ribeiro.
Wagner Zacher / Sindilojas Costa Doce / Divulgação
Municípios da zona sul do RS alertam que 30 pessoas morreram no trecho da BR-116 no último ano
Wagner Zacher / Sindilojas Costa Doce / Divulgação
Caberá ao Exército analisar o orçamento e os trabalhos a serem executados. Caso a instituição aceite a proposta, há chance de mobilização na obra ainda no primeiro semestre. A conclusão do trecho necessita de mais um ano e meio de serviço.
No Estado, o Exército vem operando na manutenção da BR-116, na região de Vacaria. O Dnit está contratando uma nova empresa para atuar na rodovia, e o Batalhão de Engenharia de Construção do Exército passará a atuar na conservação da BR-285. No país, a instituição trabalha nas obras da BR-101 no Nordeste e na transposição do Rio São Francisco.
A duplicação do trecho entre Guaíba e Barra do Ribeiro era de responsabilidade da construtora Constran. Porém, em recuperação judicial, a empresa não tem conseguido obter o seguro garantia para retomar o contrato com o Dnit. A segunda opção seria relicitar toda a obra, mas essa alternativa acarretaria mais de um ano de espera.
Diante do impasse, o departamento cogitou chamar a segunda colocada na licitação. No entanto, os serviços que ainda precisam ser executados são pouco atrativos devido à baixa rentabilidade, uma vez que a concorrência é de 2010.
As obras no trecho estão paradas há um ano e quatro meses. Desde maio de 2013, 62% dos serviços foram realizados na região. Ainda faltam concluir o viaduto de Barra do Ribeiro, a travessia urbana de Guaíba e a pavimentação de 24 quilômetros.
Já os trabalhos no lote 2 estão paralisados desde o começo de 2016. No local, 70% do serviço foi realizado — resta, ainda, a terraplenagem e a pavimentação de todo lote.

Ritmo lento
A duplicação dos 211 quilômetros entre Guaíba e Pelotas caminha a passos lentos. O baixo ritmo das obras, junto com o reajustamento, faz com que até o percentual de execução diminua. Dados atualizados indicam que a duplicação está 58,7% pronta. Esse percentual havia chegado a 60% meses atrás.
Com 58,7% das obras concluídas, a duplicação está paralisada em mais da metade dos nove lotes. Por isso, os recursos liberados para 2018 estão sendo investidos naqueles que estão em andamento: o 4 (Camaquã), o 5 (Camaquã), o 6 (Cristal) e o 7 (São Lourenço do Sul).
Em 2012, a previsão de investimento para duplicar 211,22 quilômetros (sem contar o contorno de Pelotas) era de R$ 868,9 milhões. Hoje, cálculos atualizados apontam que a obra custará R$ 1,3 bilhão, um aumento de R$ 478,3 milhões.
Já foram investidos R$ 791 milhões desde 2012. Para concluir a duplicação faltam ainda R$ 556 milhões.
Fonte > GAÚCHAZH./montedo.com

FAB intercepta avião próximo à fronteira com a Bolívia por suspeita de tráfico


Ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública
FAB intercepta avião próximo à fronteira com a Bolívia por suspeita de tráfico
A-29 Super Tucano, caça da Força Aérea Brasileira (FAB) Foto: Sgt Johnson/FAB
Roberto Godoy e Fatima Lessa, O Estado de S.Paulo
A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou na manhã desta quarta-feira, 25, uma aeronave suspeita de tráfico. A ação ocorreu 150 quilômetros ao norte de Corumbá (MS), próximo à fronteira com a Bolívia.
Um helicóptero com um grupo armado seguiu para o local. Na missão, foi utilizado um avião modelo A-29 Super Tucano e um avião-radar E-99.
A ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública.
Segundo informações da assessoria da FAB, a ação seguiu todas as medidas de policiamento do espaço aéreo, incluindo o tiro de aviso, até chegar na última medida prevista: o tiro de detenção que foi disparado e atingiu a aeronave.
De acordo com a nota da FAB, o piloto de defesa aérea seguiu o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro, conforme estabelece a Lei 7565/1986, interrogando o piloto do bimotor, mas não obteve resposta. Nesse momento, a aeronave foi classificada como suspeita.
Após a execução do tiro de detenção, a aeronave, que não tinha plano de voo, fez pouso forçado em um lago localizado na área do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, e a Polícia Federal está no local para realização das medidas necessárias
A FAB também participa da ação com o envio de um helicóptero H-60 Black Hawk e de militares especializados em busca e salvamento.
No início de março, outro caça A-29 Super Tucano interceptou um avião no espaço aéreo do Mato Grosso (MT). Um bimotor com mais de 500 quilos de cocaína, vindo da Bolívia, sobrevoava a região de Nova Fernandópolis.
Três aeronaves de defesa aérea A-29 Super Tucano e um avião radar E-99 foram utilizados para monitorar e interceptar o avião. Um helicóptero da Polícia Militar do Mato Grosso foi acionado e transportou a equipe da Polícia Federal para fazer a abordagem da aeronave no solo.

Fonte > ESTADO DE SÃO PAULO/montedo.com

À FEB, a Pátria agradece!


Paulo Afonso (BA) - Foi realizada na última terça-feira (24) na Câmara de Vereadores uma Moção de Aplausos e entrega do Título de Cidadão Pauloafonsino ao ex-integrante da Força Expedicionária Brasileira - FEB - Sr. Acilon Gomes dos Santos.
O Sr. Acilon incorporou nas fileiras do Exército em 23 de novembro de 1943, no então 14º Regimento de Infantaria em Jaboatão dos Guararapes - PE. Ele foi considerado o melhor atirador de metralhadora Madsen da unidade.

Licença Especial: processo deve ser rapidamente definido, diz general Villas Bôas

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Publicação original: 4/5 (18:22)
Em mensagem enviada nesta sexta-feira (4) aos militares da reserva, o Comandante do Exército afirmou que "órgãos competentes estão trabalhando para que o processo da conversão das licenças especias não gozadas em pecúnia possa ser rapidamente definido". 


Tranqulidade
"Fiquem tranquilos que, em breve, normas reguladoras trarão com clareza todos os procedimentos a tomar, apontando que, quando e como poderá requerer o direito", completou Villas Bôas.

Coesão e disciplina
Referindo-se as operações das quais o Exército tem participado, em particular a intervenção federal no RJ, o general enfatizou que o "caminho é  longo e necessita da coesão e da disciplina de todos", incluindo os integrantes da reserva.

Fonte > Montedo

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